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Presidente do SINJORBA Moacy Neves convoca jornalistas e radialistas para os novos desafios das classes em visita a Teixeira de Freitas

O novo presidente do SINJORBA – Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia, jornalista Moacy Neves, esteve em Teixeira de Freitas na noite de sexta-feira (29/11), onde se reuniu com um grupo de jornalistas e radialistas no auditório da Câmara Municipal, na companhia dos dois novos diretores regionais no extremo sul baiano, jornalistas João Milton e Rubens Floriano, quando convocou os colegas jornalistas, radialistas e publicitários para os novos desafios contemporâneos das classes. O ex-presidente regional do SINJORBA por três gestões na década de noventa, jornalista Athylla Borborema, também esteve presente.

O jornalista Moacy Neves assumiu a presidência do SINJORBA para o triênio 2019/2022, no último dia 30 de agosto, após vencer as eleições estaduais em julho passado. Em Teixeira de Freitas ele ouviu depoimentos fortes e relatos dramáticos da situação vivida pelos profissionais do extremo sul da Bahia, como deve ser igual no restante do Brasil, numa época de Fake News, onde qualquer pessoa pode se intitular jornalista, salários achatados e sucessivos ataques contra os direitos e garantias dos profissionais.

O presidente Moacy Neves veio à cidade de Teixeira de Freitas neste novo momento do SINJORBA exatamente aplicar uma injeção de ânimo na classe do interior e chamar a todos os jornalistas, radialistas e publicitários para se unirem em buscas da manutenção dos seus direitos adquiridos a duras penas e conquistas de novas garantias, inclusive junto ao Congresso Nacional, que se vote a nova Lei de Imprensa e que se institua o Conselho Nacional de Jornalismo.

Outra missão é derrubar a Medida Provisória nº 905/2019 do presidente Jair Bolsonaro acabando com a necessidade de registro de 14 profissões, entre as quais jornalista, radialista e publicitário. Segundo o presidente do SINJORBA, jornalista Moacy Neves, a intenção é realizar uma intensa e ampla mobilização dos jornalistas, em conjunto com demais categorias, em âmbito nacional, para denunciar o caráter anti-trabalhadores da MP 905, conquistar apoio da sociedade, conscientizar deputados federais ou pressionar politicamente o Congresso a derrubar a medida.

O jornalista Moacy Neves também mexeu em velhas feridas do jornalismo baiano. A questão salarial nas redações. “Existem jornalistas ganhando salário mínimo na Bahia, e isso é preocupante”, disse ele, considerando que na Bahia o piso salarial sugerido atualmente para uma jornada mínima diária legal de 5 horas é de R$ 3.441,83. (Da redação TH)

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